Vem ser comigo
Quero ser contigo
Mas não tem que ser
Do mesmo jeito que eu costumo ser
No que for igual caminharemos juntos
E as diferenças a gente respeita
Na mesma ciranda
E no mesmo jardim
Há flores diferentes
No mesmo canteiro
E na mesma sementeira
Há brotos diferentes e delicados
Não são iguais, não é a mesma coisa
Mas o cuidador sabe o que fazer
Só quem não é cuidador
Não consegue entender!
Só quem não é cuidador
Não consegue entender!
Diferentes mas iguais
É preciso e é possível ser diferente
Pensar e agir diferente
Mas viver e ser em paz
Elias J. Silva
Um Ensaio sobre a vida!
Minhas lágrimas nunca cessarão de rolar.
Mas, eu sei que um dia, Deus exugará deles toda lágrima,
e a morte não mais existirá, já não haverá mais luto, nem
pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
segunda-feira, janeiro 10
sábado, janeiro 8
CONVITE
Convido você a caminhar pelos caminhos da PAZ
A navegar nas águas puras da PAZ
A escalar as montanhas da PAZ
A descer às planícies da PAZ
A mergulhar nas profundezas da PAZ
A desvendar os mistérios da PAZ
Quero que a PAZ aconteça
Quero a PAZ dos vivos
Não quero a paz dos mortos
Quero a PAZ dos livres
Não quero a paz dos cativos
Quero a PAZ que engrandece
Não quero paz que aliena
Quero PAZ real
Não quero paz alienígena
Quero PAZ de entendimento
De Justiça
De igualdade
De vida plena
De liberdade
De solidariedade
Quero PAZ de ternura
De amor
De perdão
De carinho
De benquerença
De amizade
Quero a PAZ da conquista
Da luta pela causa justa
Da partilha dos bens e dos valores humanos
Da socialização do Saber
Do Ser pleno
E do Ter social bem distribuído
Não quero a paz das catacumbas
Não quero a paz dos escombros
Não quero a paz das cavernas
Não quero a paz dos poderosos
Não quero guerra!
O que eu quero é PAZ!
Quero PAZ para viver
Quero a PAZ que traz a luz
Quero a PAZ do amanhecer
E no entardecer quero PAZ
Quero a PAZ dos corações
Quero a PAZ das multidões
Quero PAZ social
Quero PAZ coletiva
Quero PAZ em mutirão
Quero a PAZ da SAÚDE em plenitude
Quero PAZ comunitária
E o mundo uma só nação!
Blog de Elias J. Silva 68 leituras
Tags: Poesia e educação popular
Estado/cidade: Ceará/Fortaleza
A navegar nas águas puras da PAZ
A escalar as montanhas da PAZ
A descer às planícies da PAZ
A mergulhar nas profundezas da PAZ
A desvendar os mistérios da PAZ
Quero que a PAZ aconteça
Quero a PAZ dos vivos
Não quero a paz dos mortos
Quero a PAZ dos livres
Não quero a paz dos cativos
Quero a PAZ que engrandece
Não quero paz que aliena
Quero PAZ real
Não quero paz alienígena
Quero PAZ de entendimento
De Justiça
De igualdade
De vida plena
De liberdade
De solidariedade
Quero PAZ de ternura
De amor
De perdão
De carinho
De benquerença
De amizade
Quero a PAZ da conquista
Da luta pela causa justa
Da partilha dos bens e dos valores humanos
Da socialização do Saber
Do Ser pleno
E do Ter social bem distribuído
Não quero a paz das catacumbas
Não quero a paz dos escombros
Não quero a paz das cavernas
Não quero a paz dos poderosos
Não quero guerra!
O que eu quero é PAZ!
Quero PAZ para viver
Quero a PAZ que traz a luz
Quero a PAZ do amanhecer
E no entardecer quero PAZ
Quero a PAZ dos corações
Quero a PAZ das multidões
Quero PAZ social
Quero PAZ coletiva
Quero PAZ em mutirão
Quero a PAZ da SAÚDE em plenitude
Quero PAZ comunitária
E o mundo uma só nação!
Blog de Elias J. Silva 68 leituras
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Estado/cidade: Ceará/Fortaleza
terça-feira, janeiro 4
A ESPIRITUALIDADE DA VERGONHA
Na oração de confissão de Daniel há uma declaração que vem se tornando cada dia mais rara entre nós: "
A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha” (Dn 9.7). Isto não acontece mais.
Somos demasiadamente tolerantes para “corar de vergonha”.
Mesmo diante de fatos trágicos e deploráveis que vemos todos os dias, o máximo que conseguimos é uma indignação passageira. Porém, é a possibilidade de corar de vergonha que não me permite rir da corrupção, achar normal a promiscuidade, conviver naturalmente com a maldade e a mentira, ou, ainda, achar graça da injustiça.
Vivemos numa cultura que se orgulha do pecado, glamourizando-o através dos meios de comunicação, fazendo das tribunas públicas um palco de mentiras, organizando marchas para celebrá-lo, rindo da corrupção, exaltando a esperteza.
E ninguém fica corado de vergonha.
Daniel contrasta, de um lado, a natureza justa de Deus e, de outro, a corrupção e a injustiça do seu povo. Ele só é capaz de fazer isto porque sua ética e moral estão ancoradas em verdades absolutas sobre as quais não pode haver tolerância. A conclusão a que ele chega é que, diante da justiça divina e do quadro trágico de um povo que se orgulha de sua maldade, o que sobra é o
“corar de vergonha”.
Ele nos apresenta aqui a importância de uma vergonha saudável e essencial na preservação da dignidade humana e espiritualidade cristã.
A vergonha aqui é a virtude que nos ajuda a reconhecer nossos erros, limitações, faltas e pecados porque ainda somos capazes de perceber que existe algo melhor, mais belo, mais sublime, mais nobre, mais justo, mais santo e mais humano pelo qual vale a pena lutar.
A vergonha nos impõe um limite.
É por isto que o caminho para o crescimento e amadurecimento passa pela capacidade de ficar corado de vergonha diante de tudo aquilo que compromete a justiça e a santidade.
No caminho da santidade lidamos com o amor, verdade, bondade, justiça, beleza, entrega, doação e cuidado. A falta de vergonha nos leva a negar este caminho e optar pela mentira, manipulação, engano, falsidade, hipocrisia e violência.
“Corar de vergonha” é uma virtude que falta na experiência espiritual moderna, a virtude de olhar para o pecado que habita em nós, a mentira e o engano que residem nos porões da alma, a injustiça que se alimenta do egoísmo, a malícia que desperta os desejos mais mesquinhos, e se entristecer.
Precisamos reconhecer que foram os nossos pecados que levaram o Santo Filho de Deus a sofrer a vergonha da cruz. Quando olhamos para a cruz e contemplamos nela a beleza e a pureza do amor, só nos resta “corar de vergonha”.
Pr. Ricardo Barbosa – Revista Ultimato – Com adaptações.
Pr. Robson Wesley
Estudo publicado no Boletim IMGD Setembro/2008
Na oração de confissão de Daniel há uma declaração que vem se tornando cada dia mais rara entre nós: "
A ti, ó Senhor, pertence a justiça, mas a nós, o corar de vergonha” (Dn 9.7). Isto não acontece mais.
Somos demasiadamente tolerantes para “corar de vergonha”.
Mesmo diante de fatos trágicos e deploráveis que vemos todos os dias, o máximo que conseguimos é uma indignação passageira. Porém, é a possibilidade de corar de vergonha que não me permite rir da corrupção, achar normal a promiscuidade, conviver naturalmente com a maldade e a mentira, ou, ainda, achar graça da injustiça.
Vivemos numa cultura que se orgulha do pecado, glamourizando-o através dos meios de comunicação, fazendo das tribunas públicas um palco de mentiras, organizando marchas para celebrá-lo, rindo da corrupção, exaltando a esperteza.
E ninguém fica corado de vergonha.
Daniel contrasta, de um lado, a natureza justa de Deus e, de outro, a corrupção e a injustiça do seu povo. Ele só é capaz de fazer isto porque sua ética e moral estão ancoradas em verdades absolutas sobre as quais não pode haver tolerância. A conclusão a que ele chega é que, diante da justiça divina e do quadro trágico de um povo que se orgulha de sua maldade, o que sobra é o
“corar de vergonha”.
Ele nos apresenta aqui a importância de uma vergonha saudável e essencial na preservação da dignidade humana e espiritualidade cristã.
A vergonha aqui é a virtude que nos ajuda a reconhecer nossos erros, limitações, faltas e pecados porque ainda somos capazes de perceber que existe algo melhor, mais belo, mais sublime, mais nobre, mais justo, mais santo e mais humano pelo qual vale a pena lutar.
A vergonha nos impõe um limite.
É por isto que o caminho para o crescimento e amadurecimento passa pela capacidade de ficar corado de vergonha diante de tudo aquilo que compromete a justiça e a santidade.
No caminho da santidade lidamos com o amor, verdade, bondade, justiça, beleza, entrega, doação e cuidado. A falta de vergonha nos leva a negar este caminho e optar pela mentira, manipulação, engano, falsidade, hipocrisia e violência.
“Corar de vergonha” é uma virtude que falta na experiência espiritual moderna, a virtude de olhar para o pecado que habita em nós, a mentira e o engano que residem nos porões da alma, a injustiça que se alimenta do egoísmo, a malícia que desperta os desejos mais mesquinhos, e se entristecer.
Precisamos reconhecer que foram os nossos pecados que levaram o Santo Filho de Deus a sofrer a vergonha da cruz. Quando olhamos para a cruz e contemplamos nela a beleza e a pureza do amor, só nos resta “corar de vergonha”.
Pr. Ricardo Barbosa – Revista Ultimato – Com adaptações.
Pr. Robson Wesley
Estudo publicado no Boletim IMGD Setembro/2008
quinta-feira, dezembro 23
FILOSOFIA DE VIDA E O TEMPO DO NATAL
Enviado por Elias J. Silva, seg, 20/12/2010 - 14:10
12 Up
Hoje quero abrir os olhos para a vida
Quero despertar para outros mundos
Quero apreender valores
Que me tornem mais humano
E me levem a ser melhor
Quero me sentir motivado
A rejeitar os preconceitos
E superar os que já tenho
Quero ter a sensibilidade
De entender o outro
E ser um facilitador
Nunca um complicador
Quero ser uma trilha
Nunca um beco sem saída
Uma ponte
Nunca uma ilha
Quero ter o necessário para viver
Sem, contudo, explorar ninguém
Nem me deixar explorar
Quero me esforçar para ser justo
Mesmo vivendo numa sociedade
Fundamentada na injustiça
Quero saber dar valor à vida
Nunca banalizá-la
E nem me deixar levar pela violência
Quero ter a coragem de rejeitar
E denunciar toda cultura de morte
Tudo que agride a vida
Quero aprender a ser solidário e fraterno
Quero desaprender o egoísmo e o desamor
Quero olhar sempre a vida de frente
Andar com passos firmes na direção do futuro
Quero olhar o passado e dele tirar ensinamentos
Para que o presente seja com maior acerto
Quero enfim, manifestar a minha humanidade
Valorizando o SER
Partilhando o ter e o SABER
Repartindo o pão para gerar mais pão
E participando com toda energia
Do grande banquete da vida
São estes propósitos que me embalam a reflexionar sobre o Natal buscando recuperar em mim e enxergar no universo os valores e o sentido de Nascimento, renovação e comunhão. Na perspectiva do nascimento é possível resgatar o universo-criança que há em todos nós. O universo-criança aponta-nos o sentimento de renovação permanente que devemos perseguir nesta nossa caminhada existencial. A renovação faz parte da nossa razão de existir, posto que existir é fundamentalmente o ato de renovar-se a cada momento. São as atitudes proativas, generosas, acolhedoras e carregadas de humanidade que produzem a verdadeira comunhão: de idéias e de ações que traduzem a esperança da luta pela vida. Holisticamente, que o nosso Natal seja luz e energia limpa, que para além do consumo banal sejamos estrelas que fazem o universo brilhar!
Novo tempo
Nova vida
Na plenitude do Natal
O amor se faz partilha
De um presente sem igual
É Natal do Senhor Jesus
Tempo de festa em que a vida reluz
É Natal de amor e luz
Tempo de festa em que a vida reluz!
Feliz Natal! 2011 com muita saúde para todos e todas!
Acolham esta mensagem com o nosso desejo profundo de Boas Festas e de Saúde e Paz em 2011!
Elias José da Silva - Educador popular, poeta e coordenador do Programa Cirandas da Vida.
Blog de Elias J. Silva
102 leituras
Tags: Poesia e educação popular
Estado/cidade: Ceará/Fortaleza
Enviado por Elias J. Silva, seg, 20/12/2010 - 14:10
12 Up
Hoje quero abrir os olhos para a vida
Quero despertar para outros mundos
Quero apreender valores
Que me tornem mais humano
E me levem a ser melhor
Quero me sentir motivado
A rejeitar os preconceitos
E superar os que já tenho
Quero ter a sensibilidade
De entender o outro
E ser um facilitador
Nunca um complicador
Quero ser uma trilha
Nunca um beco sem saída
Uma ponte
Nunca uma ilha
Quero ter o necessário para viver
Sem, contudo, explorar ninguém
Nem me deixar explorar
Quero me esforçar para ser justo
Mesmo vivendo numa sociedade
Fundamentada na injustiça
Quero saber dar valor à vida
Nunca banalizá-la
E nem me deixar levar pela violência
Quero ter a coragem de rejeitar
E denunciar toda cultura de morte
Tudo que agride a vida
Quero aprender a ser solidário e fraterno
Quero desaprender o egoísmo e o desamor
Quero olhar sempre a vida de frente
Andar com passos firmes na direção do futuro
Quero olhar o passado e dele tirar ensinamentos
Para que o presente seja com maior acerto
Quero enfim, manifestar a minha humanidade
Valorizando o SER
Partilhando o ter e o SABER
Repartindo o pão para gerar mais pão
E participando com toda energia
Do grande banquete da vida
São estes propósitos que me embalam a reflexionar sobre o Natal buscando recuperar em mim e enxergar no universo os valores e o sentido de Nascimento, renovação e comunhão. Na perspectiva do nascimento é possível resgatar o universo-criança que há em todos nós. O universo-criança aponta-nos o sentimento de renovação permanente que devemos perseguir nesta nossa caminhada existencial. A renovação faz parte da nossa razão de existir, posto que existir é fundamentalmente o ato de renovar-se a cada momento. São as atitudes proativas, generosas, acolhedoras e carregadas de humanidade que produzem a verdadeira comunhão: de idéias e de ações que traduzem a esperança da luta pela vida. Holisticamente, que o nosso Natal seja luz e energia limpa, que para além do consumo banal sejamos estrelas que fazem o universo brilhar!
Novo tempo
Nova vida
Na plenitude do Natal
O amor se faz partilha
De um presente sem igual
É Natal do Senhor Jesus
Tempo de festa em que a vida reluz
É Natal de amor e luz
Tempo de festa em que a vida reluz!
Feliz Natal! 2011 com muita saúde para todos e todas!
Acolham esta mensagem com o nosso desejo profundo de Boas Festas e de Saúde e Paz em 2011!
Elias José da Silva - Educador popular, poeta e coordenador do Programa Cirandas da Vida.
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sexta-feira, dezembro 17
TRECHO DA CARTA DE PAULO AOS CORÍNTIOS
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência: ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso se aproveitará.
O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz incovenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba. Mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará.
Porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Quando porém vier o que é perfeito, o que então é em parte, será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como um menino, sentia como menino. Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como um espelho, obscuramente, e então veremos face a face; agora conheço em parte, e então conhecerei como sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperança e o Amor. Estes três.
Porém o maior deles é o Amor
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência: ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, nada serei.
E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso se aproveitará.
O amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz incovenientemente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade.
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais acaba. Mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará.
Porque em parte conhecemos e em parte profetizamos. Quando porém vier o que é perfeito, o que então é em parte, será aniquilado.
Quando eu era menino, falava como um menino, sentia como menino. Quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
Porque agora vemos como um espelho, obscuramente, e então veremos face a face; agora conheço em parte, e então conhecerei como sou conhecido.
Agora, pois, permanecem a Fé, a Esperança e o Amor. Estes três.
Porém o maior deles é o Amor
quinta-feira, dezembro 16
IMPORTANTE !
PROJETO ESCOLA PÚBLICA
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007, DETERMINA A OBRIGATORIEDADE DE OS AGENTES PÚBLICOS ELEITOS MATRICULAREM SEUS FILHOS E DEMAIS DEPENDENTES EM ESCOLAS PÚBLICAS ATÉ 2014.
Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas.
Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.
As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
Desde o começo de 2009 ele se encontra parado na CCJ - Comissão de Justiça.
Ainda que você ache que não pode fazer nada a respeito, pelo menos passe adiante para que chegue até alguem que pode fazer algo.
http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/10943.pdf
http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
-- Romney LimaProfessor de Históriawww.historiaatravesdamusica.com.br
PROJETO ESCOLA PÚBLICA
PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007, DETERMINA A OBRIGATORIEDADE DE OS AGENTES PÚBLICOS ELEITOS MATRICULAREM SEUS FILHOS E DEMAIS DEPENDENTES EM ESCOLAS PÚBLICAS ATÉ 2014.
Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas.
Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.
As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.
SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.
Desde o começo de 2009 ele se encontra parado na CCJ - Comissão de Justiça.
Ainda que você ache que não pode fazer nada a respeito, pelo menos passe adiante para que chegue até alguem que pode fazer algo.
http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/10943.pdf
http://www.senado.gov.br/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166
-- Romney LimaProfessor de Históriawww.historiaatravesdamusica.com.br
domingo, dezembro 5
Hoje faz exatamente, quatro anos que você partiu.
Para mim, minha querida, o tempo não passou,
Estou revivendo tudo o que aconteceu naquele dia,
Quatro de dezembro de 2006.
A hora em que sai de casa, a hora em que cheguei à Clínica De Repouso Santa Isabel LTDA, em Cachoeiro do Itapemirim no ES,
As duas horas e meia de espera que a assistente social me disse pra aguardar,
Sem esquecer de levar o biscoito de chocolate e o refrigerante que você pediu,
O momento de entrada, quando citei seu nome e desespero de não poder entrar,
Das minha pernas travadas, na entrada...
O meu ser não queria acreditar na tragédia anunciada no rosto das duas enfermeiras à porta da entrada do pátio de visitação.
Do momento em que me levaram para a sala da assistente social, onde já me aguardavam.
O meu grito de angustia ainda ecoa dentro do meu peito,
Ferido de morte, o meu coração, constantemente sangra. Pois, o mesmo punhal que cravaram em seu peito
É o mesmo que está cravado no meu.
Lutando por justiça, continuo, pois, tenho certeza plena que,
Sua morte não foi em vão.... Eras uma guerreira
Não se curvava diante das injustiças e dos maus tratos, especialmente, aos menos favorecidos.
Você nem tinha noção do significado da palavra, " DIREITOS HUMANOS".
Mas, possuía uma característica que muitos não possuem: "JUSTIÇA”.
Bem sei que não me ouves, nem mais sabes de coisa alguma daqui.Pois, a este mundo não pertences mais.Já descansas nos braços do PAI.
Para mim, minha querida, o tempo não passou,
Estou revivendo tudo o que aconteceu naquele dia,
Quatro de dezembro de 2006.
A hora em que sai de casa, a hora em que cheguei à Clínica De Repouso Santa Isabel LTDA, em Cachoeiro do Itapemirim no ES,
As duas horas e meia de espera que a assistente social me disse pra aguardar,
Sem esquecer de levar o biscoito de chocolate e o refrigerante que você pediu,
O momento de entrada, quando citei seu nome e desespero de não poder entrar,
Das minha pernas travadas, na entrada...
O meu ser não queria acreditar na tragédia anunciada no rosto das duas enfermeiras à porta da entrada do pátio de visitação.
Do momento em que me levaram para a sala da assistente social, onde já me aguardavam.
O meu grito de angustia ainda ecoa dentro do meu peito,
Ferido de morte, o meu coração, constantemente sangra. Pois, o mesmo punhal que cravaram em seu peito
É o mesmo que está cravado no meu.
Lutando por justiça, continuo, pois, tenho certeza plena que,
Sua morte não foi em vão.... Eras uma guerreira
Não se curvava diante das injustiças e dos maus tratos, especialmente, aos menos favorecidos.
Você nem tinha noção do significado da palavra, " DIREITOS HUMANOS".
Mas, possuía uma característica que muitos não possuem: "JUSTIÇA”.
Bem sei que não me ouves, nem mais sabes de coisa alguma daqui.Pois, a este mundo não pertences mais.Já descansas nos braços do PAI.
Até a volta de Cristo!
Sua mãe que nunca, nunca ha de te esquecer.
Nercinda
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